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Social-Commerce: Um conceito a ser praticado

Fazer negócios na internet (seja vender ou comprar) nunca se tornou tão dinâmico, ágil e participativo como agora, o que antes era visto como algo chato, hoje com a popularização principalmente das mídias sócias chegou a ser até divertido, podemos traduzir isto em um conceito que vem ganhando cada vez mais espaço na web, o social-commerce, onde as pessoas através do twiiter, facebook, Orkut, youtube, blogs (apenas para sintar os principais) vivem em interação praticamente 24 horas por dia.

A questão principal aqui é: Você empreendedor está sabendo tirar proveito desta oportunidade? Gosto de dar exemplos práticos para comprovar que o que digo tem um fundamento lógico, vamos começar pela Wine, ela foi a primeira no segmento de vinhos no mundo a ter sua própria loja dentro do Facebook!, conta com diversas opções de vinhos, alcançando um grande número de possíveis compradores (para ser mais exato, 6.157 pessoas apenas no Facebook).

 Já, o site administradores.com.br, além de ter sua própria loja dentro do Facebook, utiliza a rede também para interagir com seus leitores por meio de fotos, promoções e discussões. Há um detalhe, 41,506 pessoas curtem a página do site na rede social.

Isso que chamo de interação…

Existe outras empresas, que preferem criar suas próprias redes sociais para interagir com seus clientes, é o caso da revista Exame PME com a criação de sua própria rede social voltada para pequenos e médios empreendedores.

Já a loja de acessórios femininos Alice Disse, tem buscado seu diferencial focando-se na interação com seus consumidores via twiiter, onde aliás há exatamente 25.518 seguidores (seguidoras) ansiosos pelos twittes bem descontraídos e informais da empreendedora Mirna Ferraz, uma das sócias da empresa.

Aliás uma coisa bacana da Alice Disse é que seus tweets não são apenas de propagandas de seus produtos, a empreendedora fala de diversos assuntos que vão desde fazer brigadeiros a cuidar de animais de estimação, uma verdadeira interação com seu publico-alvo não é mesmo?

Como você pode ver, o social-commerce é basicamente a interação entre pessoas seja elas consumidores com consumidores ou consumidores com empresas (pessoas), enfim tudo se resume em interação social.

Por isto mesmo, o empreendedor deve estar atento ainda mais na sua  atuação de mercado, pois como a interação ficou muito mais fácil, da mesma forma se facilitou também a possibilidade dos consumidores exporem suas queixas na internet, e acredite é algo que você não vai querer, veja este caso da Brastemp:

Outro caso bem emblemático foi vivenciado por uma consumidora que se sentiu prejudicada após ter comprado créditos para o jogo colheita feliz do Orkut, clique aqui para assistir.

O empreendedor deve entrar em contato com essas duas situações para perceber que o social commerce tem muitas vantagens a oferecer para sua empresa, mas deve ser uma estratégia levada a sério que foque na satisfação do consumidor, seja na resolução rápida de um problema como na venda de um produto ou serviço de qualidade.

E você o que acha de aplicar o social commerce ao seu empreendimento? Deixe sua opinião na nossa caixa de comentários.

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As 22 Leis do Marketing

Li recentemente o ótimo livro de Ries e Troute “As 22 consagradas Leis do Marketing” e pelo seu importante conteúdo, decidi fazer aqui um pequeno resumo das 22 leis, começando hoje a partir da primeira:

 A lei da Liderança

 Nesta primeira lei, os autores deixam claro; que para a empresa conseguir sucesso é necessário que ela crie uma categoria ou nicho em que possa ser a primeira, algo que segundo os autores, vale muito mais do que ser o melhor, pois quando se consegue entrar primeiro na mente do cliente, é muito mais difícil faze-la mudar para outro produto mesmo que este seja superior.

Para comprovar sua tese, os autores dão exemplos claro de marcas dominantes que conseguiram essa vantagem por serem as primeiras, como é o caso da Coca- Cola, pioneira no setor de refrigerantes, HP primeira em oferecer impressora a laser de mesa e a Gillette como a primeira em aparelhos de barbear.

Uma outra grande vantagem da empresa ser a primeira é ver seu nome se tornar genérico, por exemplo, eu em diversos casos vi pessoas pedindo uma xérox e não fotocópia, um bombril em vez de esponja de aço, ou uma fita Durex em vez de fita adesiva.

Sem dúvida nenhuma, a empresa que se torna a primeira em seu setor e consequentemente a primeira a conquistar espaço na mente do consumidor, tem um largo caminho para construir suas estratégias enquanto não aparece concorrentes, e quando estes aparecerem já estará pronta para inovar, o caso mais recente é o site de compras coletivas peixe urbano, o primeiro site de destaque do gênero no Brasil, mesmo aparecendo outros concorrentes depois dele, ainda assim este é considerado por muitos consumidores como o melhor, sempre inovando em suas estratégias e se destacando dentre os outros sites, aliás no meio tecnológico temos várias empresas que se tornaram lideres em sua categoria e até hoje se encontram em destaque no seu setor, é o caso da IBM em Hardware, Microsoft em Softwares, Google na internet e Facebookem Redes Sociais.

Mas então, o que acontece se você não é o primeiro em sua categoria ou nicho? Irei dar a resposta no próximo post sobre a série, mas por enquanto deixe aqui sua opinião: Ser primeiro é realmente importante como defende os autores?

FONTE DA IMAGEM: Google Imagem