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Dez justificativas populares para evitar mudanças

Uma coisa é certa, na vida de qualquer empreendedor mudança é algo inevitável, querendo ou não, em algum momento você vai precisar mudar seus planos, mudar a estratégia inicial que você tinha e até mesmo mudar seu produto.

Empresas que não acompanha a evolução do mercado, tendem a ficar para trás e poucas conseguem alcançar as organizações que já estão na frente justamente porque estas não tiveram medo de fazer mudanças, em muitos casos elas mesmas que provocaram tais atitudes, fazendo com que suas concorrentes se adaptassem ao seu estilo, se não quisessem sair do mercado.

Agora a grande questão é: Você está em busca de mudanças que tragam melhorias para sua Startup?

Confesso que propor mudanças não é fácil, são vários os pretextos que empregados, acionistas e até mesmo você empreendedor, usa para não mudar, vamos a algumas frases mais populares:

  •  Nunca fizemos isso antes
  • Ninguém jamais fez isso antes
  • Isso não dá pra fazer
  • Não irá funcionar em uma empresa pequena
  • Não ira funcionar em uma empresa grande
  • Não ira funcionar em nossa companhia
  • Não estamos preparados para isso
  • Para que mudar? Está funcionando muito bem
  • Não se ensinam truques novos para macacos velhos

 Com certeza você conhece várias pessoas que usaram e usam estes pretextos para não mudar (inclusive você), isso em alguns casos se resume a medo, falta de confiança ou até mesmo pura preguiça.

Empresas que procuram fazer as coisas diferentes, são mais ousadas, correm mais riscos, mas são também possuem chances de serem as mais bem sucedidas:

 Apple: Estou lendo o livro “A cabeça de Steve Jobs” e a cada página que leio fico mais impressionado com a forma que ele conduziu a Apple para o sucesso atual, não é nenhuma novidade que Jobs revolucionou diversos setores como o da música, telefonia, computadores e cinema, todas essas revolução foram pioneiras, justamente porque ele ousou, não teve medo e muito menos se acomodou, aliás Jobs em todo processo de planejamento de um produto sempre foi um cara bastante participativo e atuante, dando atenção a todo processo de criação, desde as partes maiores até detalhes que mesmo sendo simples com seu toque e visão faziam a total diferença, coisas como embalagem, cores e pequenos acessórios eram incansavelmente estudados e analisados por ele e sua equipe. Infelizmente perdemos um grande visionário que fez a diferença porque não ficou parado.

 Google: O Google não ficou apenas como um simples site de busca, ele procurou novas maneiras de criar produtos e serviços que estivem interligados com a sua missão, dessa procura saiu diversas ferramentas como Gmail e Google Docs, sem contar na popular rede social Orkut que governou absolutamente aqui no país, perdendo agora espaço para o Facebook, mas observe só uma coisa interessante, percebendo que apesar de todas as mudanças feitas no Orkut, ainda assim a rede social não conseguiu superar o Facebook, sabe o que ela fez? Em vez de ficar parada vendo sua concorrente tomar conta por completo de seu setor, decidiu começar um projeto do zero e lançou recentemente o Google +, sua nova rede social causando até mesmo um certo temor por parte do chefão do Facebook Mark Zuckerbeguer. Não podemos também esquecer que o Google revolucionou o mundo do compartilhamento de vídeos após comprar o Youtube e fazer mudanças em seu formato de exposição de vídeos.

 Um amigo meu me disse uma vez, que se a gente seguir todos os dias o mesmo caminho vamos chegar a um mesmo lugar, agora se arriscarmos e resolvemos partir para um caminho novo com certeza o resultado será diferente, e você qual caminho pretende escolher para a sua empresa?

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A sua idéia é a melhor? Nós sabemos, mas e o investidor sabe?

Empreendedores digitais vivem um grande dilema para por em pratica seus projetos: Investimento do próprio bolso ou receber aporte financeiro de um anjo? Já falamos sobre os dois lados da moeda, aqui no blog.

Para aqueles que desejam encontrar alguém disposto a investir em seu projeto com dinheiro e conhecimento, é necessário passar por uma etapa crucial do processo: Convencer os investidores que sua idéia é a melhor.

Você deve saber cativar e conquistar a atenção das pessoas para o seu projeto, para que elas se sintam motivadas em lhe fornecer a ajuda necessária.

Para chegar a este objetivo, deixamos aqui algumas dicas que irão com certeza te ajudar:

Problema/Solução

Exponha o problema que encontrou e mostre como pretende solucioná-lo com seu produto, é importante aqui evidenciar o tamanho do mercado enfantizado a capacidade de crescimento e expansão que você pode ter caso seu produto seja aceito.

Além disso é essencial fornecer dados relacionados a caracteristicas de seu público alvo e porque eles pagariam pelo seu produto.

 Seja rápido

Você deve ser objetivo e direto, a maioria das pessoas que vão lhe assistir são profissionais experientes e apenas 5 a 10 minutos, já é o suficiente para eles verem se é viavel ou não apostar no seu projeto.

Mostre algo concreto

Crie protótipos de seu produto ou então faça a simulação do seu serviço funcionando, exponha a sua idéia na prática para os investidores realmente comprovar o quão boa ela é.

 Esteja pronto a fazer mudanças

Nada nessa vida  é imutavel, tudo muda constantemente e com certeza na apresentação de seu produto diversos investidores vão sugerir mudanças, cabe aqui você ser aberto para as criticas que irá receber, escolhendo aquelas que realmente podem fazer diferença em sua idéia e a partir destas, fazer as melhorias necessárias.

Dica para sua Startup: Conhecendo a Computação em nuvem

O nosso principal lema aqui no Vale Empreender, é apresentar para nossos leitores diversas ferramentas e conceitos que lhes auxiliem no desenvolvimento e administração de suas Startups, pensando justamente nisso que hoje irei falar aqui sobre computação em nuvem, um conceito que em si não é novo mas só recentemente vem ganhando atenção por parte de empresas e empreendedores.

O que é computação em nuvem

 Basicamente computação em nuvem (Cloud Computing no inglês) se refere a qualquer aplicação ou arquivo que está lançado diretamente na internet não sendo necessário fazer instalação em um computador.

Assim é possível acessar um determinado aplicativo de qualquer lugar e a hora que desejar, ter a facilidade de poder encontrar o dado que precisa em um único meio no caso a internet e poder acessá-lo de forma imediata, seja através de um computador como por um celular, além disso, a flexibilidade que a computação em nuvem traz também é enorme, principalmente para empresas que trabalham com equipes espalhadas em diversas localidades e que precisam diariamente trocarem informações e dados entre elas.

Até mesmo os computadores sofrerão uma queda em seus preços, já que a maioria dos programas estará disponibilizado na internet exigido assim uma capacidade menor da máquina e ainda reduzindo sua configuração.

 A computação em nuvem e sua divisão

É importante destacar que a computação em nuvem é dividida em quatro tipos, a saber: IaaS, PaaS, DaaS, SaaS, CaaS, cada uma dessas modalidades contemplam uma área distinta, como Infra-Estrutura, Desenvolvimento, Comunicação, Plataforma e Software .

SaaS

Dentro destes 4 tipos, vou me ater a falar do principal em termos de importância para nós, o SaaS (Software como serviço).

Se encaixa neste conceito, diversos sites que disponibilizam programas via internet, sem precisar de fazer instalação em uma máquina, estes programas podem ser gratuitos ou pagos, cobrando na maioria dos casos apenas um valor que varia de acordo com o período em que é usado, assim em vez de você ter que comprar um software você vai apenas pagar pelo seu uso.

Startups que adotam softaware SaaS acabam tendo uma redução de custos de instalação e manutenção de softwares e hardwares, consequentemente o empreendedor ganha também mais tempo para se dedicar a atividade principal de seu negócio.

 Mas perae, então o SaaS acaba sendo a mesma coisa que computação em nuvem?

Não, o SaaS, como falei é apenas uma das modalidades ou uma das variações existentes, o conceito da computação em nuvem é algo muito mais abrangente envolvendo outros campos que como foi colocado aqui, vão desde infra-estrutura até desenvolvimento, comunicação e plataforma.

 Vamos a alguns exemplos de uso do SaaS:

  Google: Um dos maiores exemplos de empresa que utiliza o SaaS, com uma simples conta no site, é possível usarmos o G-mail, Google Doc e Google Talk.

 Música:Na industria da música, o SaaS é utilizado muitas vezes sem perceber, é o que acontece no caso de muitas bandas novas que em vez de venderem suas Cds e DVDs, disponibilizam suas músicas de graça na internet para popularizar seu trabalho dando a opção para as pessoas fazerem o dowload ou simplesmente acessarem o site e escutar.

 Conversores de PDF: Um dos programas que eu particularmente gosto muito de usar é o Free PDF Convert que me permite converter meus arquivos do Word em PDF pela internet.

 Mapas Mentais: Se você é uma pessoa que gosta de organizar seus pensamentos em mapas mentais antes de criar um documento, um artigo ou projeto, pode utilizar o blubbl.us, um software disponibilizado gratuitamente na internet que lhe permite criar mapas mentais de maneira rápida e ágil.

Planejamento Financeiro: O Organizze é um planejador financeiro totalmente online, que lhe ajuda a controlar suas finanças e estipular metas tanto na vida pessoal como na vida profissional. Aliás é bom ressaltar que esta Startup foi escolhida como uma das 10 melhores startups brasileiras de 2010. Vale a pena conferir, eles disponibilizam uma versão grátis.

 Enxergando oportunidades…

Acredito que a computação em nuvem é um conceito que veio para ficar, assim, este é o momento para o empreendedor (principalmente aqueles que estão no comando de Startups) pararem um pouco e refletirem sobre os benefícios que este novo conceito pode trazer para o seu negócio.

Lembre-se “Pequenas oportunidades podem ser o começo de grandes oportunidades.” Demóstenes.

Social-Commerce: Um conceito a ser praticado

Fazer negócios na internet (seja vender ou comprar) nunca se tornou tão dinâmico, ágil e participativo como agora, o que antes era visto como algo chato, hoje com a popularização principalmente das mídias sócias chegou a ser até divertido, podemos traduzir isto em um conceito que vem ganhando cada vez mais espaço na web, o social-commerce, onde as pessoas através do twiiter, facebook, Orkut, youtube, blogs (apenas para sintar os principais) vivem em interação praticamente 24 horas por dia.

A questão principal aqui é: Você empreendedor está sabendo tirar proveito desta oportunidade? Gosto de dar exemplos práticos para comprovar que o que digo tem um fundamento lógico, vamos começar pela Wine, ela foi a primeira no segmento de vinhos no mundo a ter sua própria loja dentro do Facebook!, conta com diversas opções de vinhos, alcançando um grande número de possíveis compradores (para ser mais exato, 6.157 pessoas apenas no Facebook).

 Já, o site administradores.com.br, além de ter sua própria loja dentro do Facebook, utiliza a rede também para interagir com seus leitores por meio de fotos, promoções e discussões. Há um detalhe, 41,506 pessoas curtem a página do site na rede social.

Isso que chamo de interação…

Existe outras empresas, que preferem criar suas próprias redes sociais para interagir com seus clientes, é o caso da revista Exame PME com a criação de sua própria rede social voltada para pequenos e médios empreendedores.

Já a loja de acessórios femininos Alice Disse, tem buscado seu diferencial focando-se na interação com seus consumidores via twiiter, onde aliás há exatamente 25.518 seguidores (seguidoras) ansiosos pelos twittes bem descontraídos e informais da empreendedora Mirna Ferraz, uma das sócias da empresa.

Aliás uma coisa bacana da Alice Disse é que seus tweets não são apenas de propagandas de seus produtos, a empreendedora fala de diversos assuntos que vão desde fazer brigadeiros a cuidar de animais de estimação, uma verdadeira interação com seu publico-alvo não é mesmo?

Como você pode ver, o social-commerce é basicamente a interação entre pessoas seja elas consumidores com consumidores ou consumidores com empresas (pessoas), enfim tudo se resume em interação social.

Por isto mesmo, o empreendedor deve estar atento ainda mais na sua  atuação de mercado, pois como a interação ficou muito mais fácil, da mesma forma se facilitou também a possibilidade dos consumidores exporem suas queixas na internet, e acredite é algo que você não vai querer, veja este caso da Brastemp:

Outro caso bem emblemático foi vivenciado por uma consumidora que se sentiu prejudicada após ter comprado créditos para o jogo colheita feliz do Orkut, clique aqui para assistir.

O empreendedor deve entrar em contato com essas duas situações para perceber que o social commerce tem muitas vantagens a oferecer para sua empresa, mas deve ser uma estratégia levada a sério que foque na satisfação do consumidor, seja na resolução rápida de um problema como na venda de um produto ou serviço de qualidade.

E você o que acha de aplicar o social commerce ao seu empreendimento? Deixe sua opinião na nossa caixa de comentários.